- São José do Rio Preto
Casal é preso após matar homem e tentar esconder corpo em terreno baldio em Rio Preto (SP)
Weuller Maurício Petroni Branco, de 32 anos, teve os olhos arrancados
por Gazeta do Interior
Um casal, de 26 e 35 anos, foi preso em flagrante suspeito de matar um homem de 32 anos e esconder o corpo em um terreno baldio no bairro Jardim Paraíso, em São José do Rio Preto. O crime aconteceu nesta última sexta-feira (25/07/2025), e os envolvidos foram detidos poucas horas depois por policiais da Delegacia de Homicídios da DEIC.
De acordo com a Polícia Civil, Weuller Maurício Petroni Branco, estava consumindo drogas com os suspeitos quando foi atacado. A motivação do crime teria sido o interesse do casal em roubar uma mala de roupas que Weuller carregava.
Durante o ato, o homem foi imobilizado com um golpe conhecido como "gravata" e, em seguida, agredido violentamente com socos e chutes. Após desfalecer, foi arrastado e levado em um carrinho de supermercado até o terreno onde o corpo foi parcialmente queimado.
Os suspeitos tentaram atear fogo no cadáver usando álcool 46º, mas o líquido não foi suficiente para consumar a queima total. Eles então cobriram o corpo com galhos de mamona, numa tentativa de dificultar sua localização.
O crime foi rapidamente desvendado pela Delegacia de Homicídios da DEIC – Deinter 5, que localizou os autores nas proximidades do local do assassinato. Com o homem de 26 anos, foram encontradas 17 pedras de crack e um cartão bancário em nome da vítima. Ambos confessaram o crime durante o interrogatório.
Além do latrocínio (roubo seguido de morte), os suspeitos também foram autuados por ocultação de cadáver e tráfico de drogas. A Polícia Técnica encontrou manchas de sangue no local da agressão e imagens de câmeras de segurança reforçaram a dinâmica do crime.
O corpo da vítima, segundo o BO, foi encontrado em decúbito dorsal (barriga para cima), despido e sem os olhos. Ele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade.
Weuller era auxiliar de cozinha e morava em Rio Preto. O caso segue sob investigação, mas os indiciados já foram encaminhados à Deic e estão à disposição da Justiça.










