Quadra esportiva de escola de Potirendaba é entregue com mais de três anos de atraso

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Durante o Passeio Ciclístico tradicional da cidade, a quadra esportiva da escola municipal Maestro Antônio Amato de Potirendaba foi entregue. A obra que, segundo a prefeitura custou quase R$ 350 mil, demorou mais de três anos para ser concluída.

O evento de inauguração da quadra estava marcado para às 16, porém começou com quase uma hora de atraso. Autoridades como vereadores e vários funcionários da prefeitura estavam presentes.

A quadra com acessibilidade para deficiente físico, com estrutura coberta e com palco, começou a ser construída em abril de 2012. A Gazeta do Interior chegou a mostrar em agosto de 2013 que a obra estava parada.

Na época, a prefeitura disse que a Construtora Conteng, contratada para executar a obra, descumpriu o contrato e a prefeitura então pediu a rescisão contratual. A empresa foi penalizada na forma da Lei e a abertura de nova licitação então foi marcada.

Por indicação de um dos vereadores da cidade e pela prefeita, Gislaine Franzotti (PMDB), a quadra recebeu o nome de uma moradora do município, Nair Forte Pastorelli. Segundo a justificativa de Gislaine, Nair foi uma mulher de fibra e que ajudava as pessoas.

“É uma quadra bem feita, coberta, com arquibancada. É uma obra muito importante e que vai servir para várias coisas como festas e reuniões da escola. A demora aconteceu por conta que a primeira empresa descumpriu o contrato e tivemos que cancelar aquela licitação e realizar outra para então contratar outra empresa e concluir a obra”, diz Gislaine.

A prefeita garantiu ainda que até o fim de seu mandato entregará todas as obras que estão em andamento como a creche do bairro Residencial Veneza.

Passeio Ciclístico

Em homenagem a Sete de Setembro, dia em que se celebra a Independência do Brasil, há 34 anos Potirendaba realiza um passeio ciclístico reunindo as cinco escolas de Potirendaba. Ao todo 25 bicicletas doadas por comércios da cidade foram sorteadas para a comunidade.

Elza Antonieta Casella Gagliardi que é diretora de escola aposentada e a idealizadora do passeio, diz que infelizmente os alunos tem perdido o interesse pela celebração do evento. “Hoje os interesses são outros. Antes passear de bicicleta era uma realização, mas hoje os eletrônicos tomaram esse espaço”, diz.

A Gazeta conversou com, pelo menos, dez alunos e nenhum deles soube dizer o que é celebrado no dia sete de setembro. Nossa reportagem então tentou então pedir para que alguns deles cantassem parte do Hino Nacional e o único trecho lembrado é o “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heroico…”

“A ‘coisa’ vem de cima. Falta entusiasmo das crianças, interesse dos pais em incentivar”, diz Elza Cesella.

O diretor da escola Amato discorda e diz que o Sete de Setembro é trabalhado no Ensino Fundamental 1 e 2. “É que na hora que faz a pergunta pra eles, eles ficam acanhados e não conseguem responder, mas a gente trabalha em sala e antes do evento a gente reforça com eles”, diz Wanderson José Morasutti.

(Foto: Agência Gazeta do Interior)

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