Potirendaba tem 10 casos suspeitos de H1N1, cinco confirmados e uma morte

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Até agora cinco pessoas foram contaminadas pelo vírus Influenza H1N1, em Potirendaba. Outras dez vítimas estão com suspeita da doença e uma pessoa já morreu no município.

Segundo a coordenadoria de saúde da cidade, a procura pela vacina nos grupos de risco permanece baixa e a campanha já se encerrou. Com o término da campanha, os departamentos de saúde passam a não ter obrigatoriedade de possuir a vacina para todas as pessoas.

O último balanço enviado à Gazeta nesta última quarta-feira (27/06/2018) apontava que apenas 66,84% das pessoas que pertencem aos grupos foram vacinadas. A meta na cidade era imunizar 90% desta população.

A menor cobertura vacinal está entre as gestantes que das 182 existentes no município, apenas 63 delas foram imunizadas. Outra preocupação está com as crianças, já que das 920, apenas 537 receberam a vacina contra a doença.

Em seguida no ranking vem os idosos, onde na cidade existem 2.445 e apenas 1.678 procuraram as unidades de saúde. Depois vem os trabalhadores da saúde que dos 421 do município, só 225 foram vacinados.

As mães que estão amamentando vem em seguida com 22 das 30 mulheres imunes. A maior procura que, inclusive superou a meta, está entre os professores do ensino básico e superior onde 150 dos 109 foram imunizados contra a gripe.

Uma pessoa já morreu em Potirendaba por H1N1. O idoso, Dércio Carnielli, de 64 anos, morreu com a doença no último dia (08/06/2018), depois de ficar internado por cerca de uma semana em Catanduva. O caso teria sido notificado no último dia 29 de maio, onde a vítima estava internada na Unimed da cidade.

Segundo o coordenador de saúde do município, Rodrigo Russo, as vacinas continuarão disponíveis nas unidades de saúde e também no Posto Central de Saúde. “É importante que mesmo com o fim da campanha as pessoas procurem a vacina, pois ainda há doses. Infelizmente só a vacina pode diminuir as chances de contaminação de uma doença que causa a morte”, explica.

Crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas ou imunodeficiências são mais vulneráveis. Após os sintomas, o tratamento deve iniciar em 48 horas, com orientação médica. Além da vacinação, é importante lavar as mãos e evitar locais com aglomeração de pessoas.

Questionamos a prefeitura qual a faixa etária de idade das vítimas de Potirendaba, mas até agora não obtivemos respostas.

(Foto: Luiz Aranha/Gazeta do Interior)

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