O POCOTÓ APRENDEU: Cidades da Gazeta apresentam boas notas na Educação Básica

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Diogo De Maman

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram no dia 14 do mês passado os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2011, principal indicador nacional da qualidade do ensino.

No geral, a RAG (Região de Abrangência da Gazeta) fez um bom papel. Somando as notas das avaliações do 5º e 9º ano, os municípios de Ibirá e Tabapuã têm as melhores notas com 11,3 pontos. Já a cidade de Catiguá obteve as piores notas no geral, com apenas 9,3, a única com menos de 10 pontos da região.

O Ideb é um indicador bienal da qualidade do ensino no Brasil, criado em 2005 e aplicado a partir de 2007, que avalia o ensino das escolas municipais, estaduais e particulares da educação básica brasileira. Participam da avaliação estudantes dos anos iniciais (4ª série do 5ª ano) do ensino fundamental, das séries finais (8º série do 9º ano). O indicador é calculado a partir do desempenho dos alunos na Prova Brasil, que avalia as habilidades em Português e Matemática; e o Fluxo, que mede os índices de aprovação ou reprovação dos estudantes e de abandono.

A média do Estado de São Paulo para a turma da 4ª série do 5º ano foi de 5,6. A maioria da região conseguiu superar a média do Estado, exceto Catiguá, Cedral, Nova Aliança e Uchôa. A média estadual da 8ª série do 9º ano foi de 4,7, novamente Catiguá e agora Novais não conseguiram superar a média estadual.

A nota do 5º ano de Ibirá foi tão boa que supera a meta projetada para a avaliação em 2015 que é de 6,2. Em nota, a assessoria de imprensa de Ibirá informou que desde o ano passado é aplicada bimestralmente a Avaliação de Rendimento Escolar (Arei) a todos os alunos do 1º ao 9º ano. A prova é uma preparação para as avaliações externas, tais como Saresp e a Prova Brasil, e, visa prioritariamente acompanhar o desempenho da rede educacional do município.

Potirendaba e Tabapuã também têm motivos para comemorar, ambas são as únicas duas cidades da RAG que, desde 2007, conseguem tirar notas acima de suas metas. Segundo a vice-diretora da escola municipal Zilda Soares Baldi, de Tabapuã, Márcia Helena Lima Gandolfo, o motivo do sucesso se deve a vários fatores. “É o trabalho em equipe com a família do aluno juntamente com os professores. Oferecemos vários projetos extraclasses, como por exemplo, aula de reforço para o aluno que necessitar”, diz.

Por outro lado, a cidade de Catiguá foi à pior na avaliação das 12 cidades da RAG. O município cumpriu sua meta em apenas duas oportunidades em seis possíveis. A reportagem tentou localizar a Coordenadora Municipal de Educação de Catiguá, Lourdes Santezi, mas ela não foi encontrada para falar sobre o assunto.

Os números de Novais também são preocupantes, apesar do município ter melhorado um pouco a sua educação segundo o Idep, a cidade bateu apenas uma única vez a sua meta projetada pelo MEC.

Arte: Editoria de Artes / Gazeta do Interior

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