MISTÉRIO: Quase um ano depois, caso Nícolas ainda continua sem solução

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Luiz Aranha

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Casos de desaparecimento como do menino Nícolas Fuzaro Mori de Catiguá e Renata Cristina da Silva de Potirendaba ainda desafiam a polícia da região. A Falta de provas e de informações são alguns dos fatores que levaram pais e polícia a pararem as buscas.

O caso que mais intriga a polícia há quase um ano, envolve o menino Nícolas, 4, de Catiguá. Ele brincava no quintal da fazenda onde morava com a família, na manhã de um sábado quando desapareceu misteriosamente. Na época chegaram a tratar de sequestro. Um suspeito chegou a ser preso, diversas pessoas foram ouvidas, mas nada ficou comprovado.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Hélvio Bozzani, um suspeito que foi visto por moradores, dirigindo um Pálio na tarde do dia do desaparecimento e estaria com um garoto com as mesmas características de Nícolas, também foi ouvido pelo delegado e liberado.

No carro dele a polícia recolheu machas de sangue que foram encaminhadas para a perícia. De acordo com a mãe de Nícolas, Sibrian Mori, o sangue encontrado no veículo era de animal. A mãe ainda tem esperanças de encontrar a criança e afirma que ele está vivo.

O caso Renata é outro fato que marcou a cidade de Potirendaba. Era tarde de quinta feira do dia 12 de junho de 1997 quando Renata saiu para ir à escola e nunca mais foi vista. Na época, pessoas chegaram a ser presas, diversas foram ouvidas, mas nada foi provado. A mãe ainda não se conforma com o desaparecimento e tem fé de poder reencontrar a filha. (Colaborou Jonas Garcia)

(Foto: Arquivo/família)

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