Mercados poderão ser punidos se não oferecerem opções de carregamento

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Luiz Aranha

luiz@gazetainterior.com.br

Pelo menos 80% dos supermercados do Estado de São Paulo deixaram de fornecer sacolas plásticas para seus clientes no último dia 25. Muitos consumidores tiveram que recorrer para as famosas caixas de papelão e sacolas retornáveis, mas os comércios que não oferecerem essas opções poderão ser punidos. A medida foi tomada pela Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo.

Em Potirendaba, nenhum supermercado aderiu à campanha da Apas. Os comércios continuam entregando as mercadorias em sacolas plásticas comum. Nas cidades de Uchoa e Tabapuã alguns supermercados aderiram e estão oferecendo outras opções de carregamento da mercadoria, como caixas de papelão de sacolas retornáveis. Alguns supermercados têm como opção de venda, as sacolas biodegradáveis, que são encontradas por cerca de R$ 0,20.

Segundo o diretor do Procon Rio Preto, Sergio Parada, o acordo não é lei, no entanto nem todos os mercados são obrigados a deixarem de fornecer sacolas. “O que era despesa agora passa a ser receita, muitos supermercados vão querer vender o que antes era distribuído,” afirma Parada.

Ainda de acordo com o diretor, os comércios que retirarem as sacolas dos caixas e não oferecerem uma opção de carregamento podem ser penalizados. Ele orienta para os clientes das cidades que não tem Procon, à procurarem o Ministério Público de sua comarca e denunciarem o comércio.


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