Mais de 6 toneladas de peixe e 40 mil metros de rede são apreendidos durante a Piracema

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A Piracema, que vai de novembro a fevereiro, visa garantir a perpetuação das espécies, por isso a pesca fica restrita. O balanço das operações realizadas em todo o Estado de São Paulo foi divulgado na última semana.

Durante a piracema, o Policiamento Ambiental apreendeu 40,6 quilômetros de redes ilegais, essa quantidade equivale a duas vezes a extensão de toda linha Tucuruvi-Jabaquara do Metrô de São Paulo.

Além disso, foram 4.148 horas navegadas nos rios, lagoas, represas e reservatórios das Bacias do Rio Paraná e do Atlântico Sudeste.

“Nós comemoramos os resultados, pois houve um aumento de quase 23 % nas horas navegadas em relação ao ano anterior, graças ao período chuvoso, o que permitiu maior navegabilidade nos rios pelas patrulhas”, comentou o Comandante do Policiamento Ambiental, Coronel PM Alberto Malfi Sardilli.

Outro dado comemorado é a diminuição do pescado apreendido em relação ao período anterior, as 6,3 toneladas de peixes pescadas ilegalmente representam uma queda de 11,4 %, e este dado está diretamente ligado ao aumento da fiscalização embarcada, por terra nas margens dos rios e represas, e com o apoio dos helicópteros Águias do Grupamento Aéreo.

As multas aumentaram em 13,3 % e chegaram a R$ 923 mil, o aumento do valor das autuações e a diminuição do pescado também é um indicador de que a fiscalização flagrou o ilícito antes da captura do peixe, exercendo seu maior papel que é a prevenção.

A Piracema acabou, mas o Policiamento Ambiental continua com o policiamento por terra, água e ar com o objetivo de fiscalizar, entre outras normas, o que está contido nas Instruções Normativas IBAMA nº 26 e 195, que estabelecem as normas gerais de pesca para as bacias inseridas no território paulista.

Foto: Polícia Ambiental do Estado de São Paulo

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