Lombadas sem sinalização em Bady Bassitt e Tabapuã causam transtornos

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A situação das lombadas de Tabapuã além de bastante complicada, é frustrante. Embora existam placas de indicação, a grande maioria está com a pintura desgastada pelo alto fluxo de veículos que passa pelas vias.

Um desses casos é a lombada existente logo na entrada da cidade para quem chega do município de Uchôa que está totalmente sem sinalização. Já as que estão instaladas na Avenida Eugênio Ulian, além de apagadas, elas são gigantes no tamanho e altura. Como o local é rota de desvio de pedágio para caminhões da rodovia Washington Luís, um grande congestionamento de veículos se forma no local. Atrapalhando a vida de motoristas e pedestres.

Em Bady Bassitt, as lombadas que cortam a cidade do começo ao fim tem a única finalidade de frustrar os motoristas, pois muitas delas, além de não ter nenhum tipo de sinalização, foram engolidas pelo recape ou estão em péssimo estado de conservação.

Essas lombadas ficam instaladas na principal rua da cidade, a Camilo de Moraes. Ao todo são nove. Muitas em estado precário de conservação, outras sem sinalização e outras que só tem placa indicando, pois o recape feito na via acabou as “engolindo”.

Regina Marcia Queiroz Domingues é engenheira civil da prefeitura de Bady Bassitt e explica que as lombadas que estão sinalizadas são feitas com verbas do Governo Federal, já as sem sinalização são com recursos do Estado. “Quando é feito um recape a gente faz tudo certinho, pois é do Governo Federal por que ele exigiu, mas quando é do Estado aí a gente precisa fazer com recurso próprio, por que não é exigido sinalização”, comenta.

A engenheira fala ainda que as lombadas são antigas e foram feitas em administrações anteriores, por isso estão deterioradas. “Existe um projeto que estamos criando para sinalizar a cidade inteira no valor estimado em R$ 1 milhão, mas não sei se as lombadas estão previstas”, finaliza.

Já a prefeitura de Tabapuã informou em nota que pintura de guias, sarjetas e ruas acontecem regularmente na cidade e que em breve chegará aos locais citados na reportagem.

(Matéria publicada na edição impressa da Gazeta do Interior do mês de maio)

(Foto: Luiz Aranha/Gazeta do Interior)

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