Ibirá e Pindorama confirmam morte de macacos também por febre amarela

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Subiu para quatro o número de mortes de macacos contaminados por febre amarela aqui no noroeste paulista. São José do Rio Preto, Potirendaba, Ibirá e Pindorama tem casos positivos da doença e uma pessoa já morreu em Bady Bassitt.

O primeiro caso aconteceu em Bady Bassitt no dia 8 de abril deste ano. Um operário de 38 anos morreu com a doença depois de ter ido, dias antes, na conhecida mata dos macacos, uma área bastante frequentada por moradores de cidades da região.

O rapaz era morador de Indiaporã e trabalhava em Bady. O operário teria morrido com a febre amarela silvestre, quando é contraída em matas.

No dia 25 de agosto um macaco foi encontrado morto em Rio Preto também com a doença. O primata foi achado pelo morador de uma chácara, na região do loteamento Santa Inês.

Em setembro, macacos foram encontrados mortos com suspeita da doença também em Urupês, Cedral, Mendonça e Jaci, porém não foi possível coletar material para fazer o exame que confirma a causa das mortes por conta do estado de decomposição dos corpos dos animais. Segundo especialistas, o prazo para coleta do material é de até 8 horas após a morte do macaco.

No dia 7 de outubro o dono de uma propriedade rural de Potirendaba encontrou um macaco que também estava com a doença e desde então a cidade vive uma verdadeira batalha de bloqueio e imunização. No mesmo local oito animais foram encontrados mortos, porém apenas um conseguiu realizar o exame para confirmar a doença.

Nesta semana mais dois casos foram confirmados em macacos que foram achados mortos. Um em Pindorama e outro em Ibirá. A causa das mortes foi confirmada pelas secretarias de saúde dos dois municípios na última quinta-feira (28/10).

(Foto: Banco de imagens)

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