FERIADO VIOLENTO: Agressão e confusão em praça de Potirendaba aciona até helicóptero Águia

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Pedrada, agressão corporal e muita confusão. Foi assim a manhã deste feriado de (21) de março, aniversário de Potirendaba. Após séria discussão com Guardas Municipais, mães e adolescentes foram parar na delegacia por agredirem, desacatar e quebrar o vidro de um carro da polícia. Para conter o tumulto, a Força Tática e o helicóptero Águia foram acionados.

Após receberem denúncia de que jovens estariam usando droga na praça do bairro Santo Antônio, Guardas Municipais encontraram L.G.N., de 14 anos, apelidado de “Zé Pequeno” com um notebook sentado no banco da praça. Após questionar de quem seria o computador e pedir para checar o objeto, a irmã do jovem, D.G.N, 16 anos, partiu para cima dos agentes agredindo-os com mordidas, socos e chutes.

Ao ver o tumulto, a mãe dos adolescentes também agrediu os agentes com unhadas e mordidas. “Zé Pequeno”, que foi flagrado por Guardas Municipais na última segunda-feira (18), com porções de maconha, um celular, uma munição, dinheiro e contabilidade de comercialização de droga, atirou uma pedra de mais de 30 centímetros no vidro de um dos carros da PM e fugiu.

Outras diversas pessoas que presenciaram a cena, também passaram a agredir os guardas. De acordo com os agentes, a ação para conter os agressores durou aproximadamente 15 minutos.

Dois carros da Guarda e oito da Polícia Militar foram acionados. A Força Tática e o Helicóptero Águia da Polícia Militar de São José do Rio Preto também vieram a Potirendaba para auxiliar na ocorrência.

Na confusão, uma das adolescentes acionou a emergência do Hospital de Potirendaba e duas ambulâncias foram enviadas para prestarem socorro às “vítimas”.

Das 15 pessoas que os agrediram, oito delas foram conduzidas à delegacia da cidade. Entre os envolvidos estão uma adolescente de 13 anos, outros três de 16 anos e um rapaz de 18 e outro de 20 anos. Duas mães que participaram da agressão também foram detidas.

Segundo o delegado de polícia, Adriano Ribeiro Nasser, após serem ouvidos, um inquérito policial vai ser instaurado para melhor apurar o fato. Os adolescentes responderão por ato infracional e os demais por desacato, resistência e dano ao patrimônio público.

Sem saber o que fazer com a filha, a mãe de uma das adolescentes pede ajuda. “Não sei mais o que eu faço com essa menina. Dou do bom e do melhor, mas não tem mais jeito, por favor me ajudem”, implorou a mãe da jovem N.M de 16 anos, à uma conselheira tutelar.

(Fotos: Luiz Aranha)

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