Feirão de carros impede uma das principais avenidas de Potirendaba e complica trânsito

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Andar pelas ruas da pequena cidade de Potirendaba já não é uma das tarefas mais fáceis. Quando algum tipo de evento impede o trânsito de uma das principais avenidas no município, isso se torna ainda mais complicado.

Desde a última sexta-feira (7), a empresa de veículos usados, Adriano Veículos, fechou a avenida Maestro Antônio Amato, durante três dias para vender automóveis em uma espécie de Feirão. A via fica ao lado da praça da Matriz, uma das mais importantes vias da cidade, já que fica no centro do município.

Outros eventos que também são realizados todos os anos no centro, como Corpus Christ, quermesses e outros eventos da prefeitura, também impedem as vias públicas, mas apenas durante à noite e de dia são liberadas para tráfego dos veículos.

Por estar usando o espaço público, ao lado da igreja, dezenas de vagas de estacionamento também foram bloqueadas e os moradores impedidos de usá-las. Outro desafio da população já mostrado pela Gazeta do Interior é estacionar nas ruas do centro, principalmente aos fins de semana, pois o número de vagas para estacionar em Potirendaba já não é mais suficiente.

De acordo com o responsável pelo feirão, Juliano Alvares, o impedimento da via pública tem autorização da prefeitura de Potirendaba. “O primeiro contato que a gente sempre faz é com as prefeituras. Temos um alvará concedido pela prefeitura que foi devidamente pago”, diz.

Questionado sobre a apresentação do documento para nossa equipe, Alvares disse que poderíamos procurar nesta segunda-feira com a empresa, pois o alvará não estava com eles no local.

Juliano fala ainda que o mesmo feirão também é realizado em outros municípios, mas nem sempre é feito em espaços públicos. “Fizemos o último em Guapiaçu. Lá o local foi particular, mas sempre temos autorização das prefeituras, pois temos que pagar taxas etc”, comenta.

“Se todo mundo que quiser vender alguma coisa decidir impedir uma rua da cidade, vai ter que fechar a cidade só para vender as coisas”, comenta um motorista que passava pelo local.

Nós entramos em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura de Potirendaba, mas até agora ninguém respondeu.

(Foto: Luiz Aranha/Gazeta do Interior)

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