Equipes da Vigilância Epidemiológica percorrem matas por causa de febre amarela em Bady Bassitt

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A coordenadoria de saúde de Bady Bassitt com o apoio de equipes do Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de São Paulo percorreram matas de Bady Bassitt, principalmente a mata dos macacos, para colherem amostras e coletar pernilongos para análise. A ação acontece um dia depois da confirmação da morte de um homem de 39 anos na cidade com suspeita de febre amarela.

O rapaz era morador de Indiaporã e trabalhava na cidade. O operário que não teve o nome divulgado teria morrido com a febre amarela silvestre, quando é contraída em matas.

Na cidade, a mata dos macacos que é bastante frequentada todos os dias, é um dos supostos locais onde a vítima teria passado dias antes de morrer. O rapaz morreu no dia 8 de abril e foi enterrado na cidade natal dele um dia depois.

Amostras de sangue foram coletadas do operário e encaminhadas ao instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O laudo deve sair nos próximos dias. Segundo a GVE, a febre amarela silvestre não é registrada no estado desde 2009, quando naquele ano foram registrados 28 casos da doença. Já a febre amarela urbana não ocorre transmissão desde 1942.

(Foto: Marcos Augusto/Gazeta do Interior)

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