Diretores da CPFL participam de sabatina em Potirendaba sobre ‘apagões’; eles garantem que problema terá fim

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Em uma sabatina realizada na noite desta quarta-feira (18), em Potirendada, a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) garantiu que a falta de energia na cidade está pelo fim. A cobrança de solução para o problema é uma bandeira antiga da Gazeta do Interior que vem cobrando melhorias da Companhia.

A reunião a pedido do vereador Agnaldo Pedrão e da Gazeta trouxe diretores e  representantes da Companhia para discutir a real situação do fornecimento de energia no município. A cidade atualmente enfrenta um dos piores momentos com quedas frequentes de energia e gerando prejuízos milionários à indústrias, empresas, comércios e moradores.

A reunião teve a participação de alguns moradores e empresários que puderam questionar pessoalmente a empresa. Uma das principais promessas dos representantes é que a subestação que está em fase final de construção na cidade resolverá de uma vez por todas o problema.

“A solução definitiva para o problema de abastecimento de Potirendada está aí. Em cidades onde há subestação o problema mudou da água para o vinho”, fala o gerente de serviços da CPFL, Paulo Sérgio Dato.

Na reunião, a Companhia disse que a unidade que tem capacidade de abastecer até 30 mil habitantes, está prevista para ser entregue só em maio de 2016. Até lá, Paulo prometeu realizar um verdadeiro “pente fino” em toda a rede que vem do Bairro Vila Ventura, em Ibirá. Coma  construção da subestação, o município entra para o grupo de 12 cidades da região que possuem uma subestação de abastecimento.

Os representantes da Companhia aproveitaram a ocasião para anunciarem melhorias e investimentos de R$ 5 milhões na rede da zona rural da região. Questionado sobre a quantidade de prejuízos e reclamações gerados pela falta de energia nas propriedades rurais vizinhas, Paulo prometeu que começará as melhorias pela região de Potirendada.

O empresário, Willerson Azevedo Colombo, conta que os prejuízos com as quedas no fornecimento ultrapassam os R$ 20 mil. “Perdi freezer de sorvetes, meu sistema de monitoramento de câmeras de um dos postos de combustíveis queimou inteiro e queimou também uma bomba. Entrei com pedido de reembolso na CPFL, gastei com laudo, mas tive meu processo indeferido. Além do prejuízo, ainda fica o  constrangimento”, afirma.

Para resolver o problema dele, Colombo colocou geradores nos dois postos e na fazenda onde tem retiro de leite e que também levou prejuízo. Clécio Rodrigo da Silva é gerente de uma empresa de fornecimento de sinal de Internet via rádio e para solucionar a falta de energia também foi obrigado a instalar geradores.

“Cada equipamento que queima de cliente custa R$ 263. Só neste ano 118 equipamentos destes de clientes queimaram. Além do prejuízo, a credibilidade da nossa empresa com o cliente fica duvidosa”, reclama.

(Foto: Gazeta do Interior)

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