Ceia de Natal em Potirendaba pode ficar ‘salgada’ se consumidor não pesquisar

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Amanhã é a ceia de Natal e hoje já é dia de ir às compras. Só que é preciso ficar bastante atento aos preços dos produtos natalinos. A Gazeta pesquisou os valores dos quatro produtos mais consumidos nesta data em três supermercados de Potirendaba e fez uma comparação com comércios de São José do Rio Preto.

O peru e o panetone são os dois maiores vilões do cardápio pesquisado. Em Potirendaba o peru da marca Sadia pode ser encontrado na maioria dos supermercados por uma média de R$ 15,99, já em Rio Preto o valor não passa de R$ 13,78. Mesmo em grandes hipermercados com nomes tradicionais como Pão de Açúcar, os valores ainda são menores que os praticados na cidade.

No supermercado Bailo Central o peru é onde está mais caro, R$ 15,99. O panetone Bauducco de 500 gramas também é o mesmo valor da ave e também é o mais caro dos três mercados pesquisados.

A ameixa importada e a uva rubi também tem bastante diferença nos valores. No supermercado Vieira a ameixa custa R$ 10,15. No supermercado Bom Gosto R$ 5,96 e no Bailo Central R$ 5,99. Já a uva varia de R$ 6,30 até R$ 7,94 nos três comércios.

Os quatro produtos dos três locais pesquisados tem uma variação de preço, de um mercado para o outro, de R$ 4,46. Em Rio Preto os quatro itens chegam a custar, no máximo, R$ 40,75. Em Potirendaba o mercado mais barato é o Bom Gosto, onde os produtos custam R$ 42,23. O mais caro, o Vieira, ficou em R$ 46,69, uma diferença de 14%.

Segundo o economista, Hipólito Martins Filho, a diferença de preço é justamente pela localização do supermercado e pela quantidade comprada por cada um deles. “Depende muito do volume de compra e venda e da margem de lucro obtida por cada um deles. Mercados menores compram aqui em Rio Preto para venderem lá, aí acaba saindo mais caro mesmo”, explica.

Outras justificativas do especialista quanto aos preços praticados é o custo fixo e variável dos comércios, além do conforto oferecido pelo estabelecimento.

Segundo levantamento da Associação Paulista de Supermercados (Apas), divulgado no próprio site, os preços das aves podem ficar até 4% mais caros, 3% maiores para pescados, até 10% maiores para panificados, alta de até 7% para frutas, além de 6% e 7% para bebidas não alcoólicas e alcoólicas, respectivamente. A única dica do economista é pesquisar.

(Foto: Luiz Aranha/Gazeta do Interior)

 

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