Bandidos presos em flagrante esta semana já estão nas ruas novamente em Potirendaba

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Quatro suspeitos presos esta semana por praticar crimes em Potirendaba já estão nas ruas novamente. Graças ao sistema de audiência de custódia, bandidos com extensa ficha criminal foram presos, porém responderão os processos em liberdade.

Um deles é um idoso que foi preso com duas espingardas sem documentação na manhã da última quarta-feira (18/04/2018), em uma casa na área rural de Potirendaba. Durante vistoria no imóvel dele policiais ambientais encontraram uma arma calibre 36 e outra calibre 28 com numeração raspada. Além das armas foram encontrados também cartuchos de diversos calibres.

Já outros três bandidos, todos com passagens pela polícia, foram presos após furtar um posto de saúde na cidade. L.R.R., de 24 anos, de Catanduva, G.C.B.A., também de 24 anos e H.R.D., de 31 anos, (ambos de Potirendaba), foram presos em flagrante por furto qualificado.

Câmeras de monitoramento registraram a ação dos suspeitos. O trio chega à unidade que fica no bairro Jardim das Hortênsias por volta da 1h45 e comete o crime. Um deles pega um tijolo e tenta estourar a porta de vidro.

Em seguida, o mesmo criminoso abre a porta com um chute. Enquanto dois dão cobertura do lado de fora, um deles vai em direção a televisão da recepção e arranca o aparelho de 43 polegadas da parede e foge em seguida.

No mesmo momento as imagens eram assistidas pela Central de Monitoramento da cidade, onde uma viatura foi enviada ao local. Após realizarem buscas pelo bairro, os agentes localizaram um dos criminosos na casa dele e ao realizar buscar nos imóvel, a televisão foi encontrada no quarto dele. O suspeito então confessou a participação dos outros dois bandidos.

Na tarde desta última sexta-feira (20/04/2018), os quatro foram soltos durante audiência de custódia e agora responderão os processos em liberdade.

A audiência de custódia é o instrumento processual que determina que todo preso em flagrante deve ser levado à presença da autoridade judicial, no prazo de 24 horas, para que esta avalie a legalidade e necessidade de manutenção da prisão.

(Foto: Luiz Aranha/Gazeta do Interior) 

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